segunda-feira, 18 de abril de 2016

O povo brasileiro é representado na Câmara dos Deputados

Foto: EVARISTO SÁ (AFP), via El País.

Independentemente de ser favorável ou contra o Impeachment, os mais críticos da nação brasileira puderam confirmar aquilo que já sabiam: Os nobres deputados não são aquilo que alguns esperam deles. Digo alguns, porque considero que a maioria da população está representada na Câmara, afinal, os deputados foram eleitos, “democraticamente”, pelo povo brasileiro. Minha teoria para o problema da corrupção no Brasil está alicerçada na forma como o povo ver a politica e pela forma como escolhe os seus representantes, principalmente para o poder legislativo, algo que poderá ser facilmente confirmado, no próximo mês de outubro, quando os vereadores forem eleitos, muitos dos quais (em alguns casos a maioria), analfabetos funcionais.

Quem tiver a oportunidade de ler o livro “O Nobre Deputado”, do Juiz maranhense Marlon Reis, concluirá que o problema da corrupção na política está intimamente ligada aos eleitores. Infelizmente, somos uma nação em que a maioria não sabe para que serve os seus legisladores, vereadores, deputados e senadores. São “cargos menos importantes”, cargos suscetíveis a acordos, como a já conhecida compra de votos direta (dinheiro na época da eleição) e os votos vendidos a prestações, quando o político ampara um determinado grupo de eleitores ao longo do tempo, podendo ser com favores jurídicos, emprego, contratos e etc.

Portanto, para que tenhamos representantes mais preparados para o poder legislativo, é preciso que a mudança comece pelo povo, é preciso conscientizar sobre a importância da ética, da boa, planejada e correta aplicação dos recursos públicos. Criticar político corrupto não vai resolver o problema, pois os políticos corruptos são um reflexo da nação brasileira.

Sobre o Impeachment

Quanto ao Impeachment, fica claro que o governo perdeu o apoio popular. Os deputados, em sua maioria, atendendo aos seus eleitores, julgaram procedente a denúncia e a encaminharam ao senado. Portanto, o Impeachment está mais alicerçado no anseio popular do que nas justificativas jurídicas.

A presidente Dilma errou ao prometer na campanha de 2014 o que não poderia cumprir a partir de 2015. O Brasil da propaganda eleitoral não suportou o peso da realidade e ruiu. Sempre vinha defendendo que o governo deveria assumir seus erros, ser franco com o povo e propor um caminho viável, mesmo que este fosse difícil, como terá que ser. No entanto, o governo preferiu tentar se segurar na ideologia, na divisão entre ricos e pobres, esquecendo-se que está no poder desde 2003 e que muitas das suas propostas, se fossem viáveis, já deveriam ter sido colocadas em prática, como a questão da reforma agrária e da reforma política.

Debater um caminho viável para o Brasil está cada dia mais difícil, pois as emoções estão vencendo a razão. Estamos no caminho do irracionalismo. Particularmente, não consigo esconder o meu pessimismo.

sábado, 12 de março de 2016

A emoção prevalece sobre a razão

Fonte da imagem: UOL
Por João Batista Passos

Infelizmente, o debate racional não prevalece, as paixões dominam a razão. Com isso, as decisões tendem a ser paliativas, visando sempre a acalmar os ânimos exaltados por uma suposta razão indiscutível.

Conseguir debater racionalmente é um dos grandes desafios da sociedade brasileira, muito acostumada ao estado assistencialista, paternalista, que não consegue cumprir o que promete, mas que mesmo assim continua sendo reverenciado.

Pedir redução de impostos, por exemplo, é estar preparado para ser mais responsável pelo seu próprio caminho, é, ao mesmo tempo, exigir que o estado me dê menos direitos – geralmente bonitinhos no papel, mas impossíveis na prática – e pedir mais liberdade para decidir o melhor caminho a seguir.

Não vejo que a sociedade está pronta para ser racional. Continuaremos reféns dos políticos que se elegem comprando votos, pois o indivíduo desta sociedade coletivista procura nos políticos um protetor dos anseios individuais e não alguém que vai cumprir as leis, garantindo tratamento igual a todos, e gerenciar com responsabilidade o dinheiro público, que é extorquido daqueles que produzem.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Em defesa da não realização de shows com dinheiro público; Educação deveria ser prioridade


Desde que comecei a entender a sociedade em que estou inserido venho passando por muitas metamorfoses. Geralmente ouvia professores falando de direitos, que temos que lutar por eles, que temos direito a isso e aquilo. O ser onipresente chamado estado (governos municipais, estaduais e federal) deve cuidar de nossas vidas e garantir a nossa segurança, garantir que tenhamos acesso a educação, saúde, cultura, esporte, lazer, infraestrutura de qualidade, aposentadoria e muitas outras coisas boas. O tempo passa e a realidade nos dá um tapa na cara, nos mostra que os serviços públicos não são bons, a educação não é de qualidade, assim como a saúde, a segurança, a infraestrutura, a cultura e o lazer.

Nesta jornada de aprendizado que é a vida, depois de ler algumas coisas (pois ler nunca é muito) e refletir bastante sobre muitas questões sociais e políticas, entendi que alguns serviços públicos podem ser destinados a todos os cidadãos e que outros não, pois dependem dos anseios culturais de grupos distintos, como os grupos religiosos, por exemplo. A partir disso foi possível concluir que muitas ações voltadas para a cultura e o esporte, por exemplo, não são para toda a sociedade, mas sim para grupos de pessoas que se interessam por essas áreas. O dinheiro público seria melhor investido se determinadas políticas públicas estivessem inseridas em outras, como a cultura e o esporte inseridas na educação. Este texto não é insuficiente para abordar tudo sobre a questão, mas é possível resumir e chegar ao objetivo, que é defender que o dinheiro público não seja aplicado em shows, algo muito comum em todo o Brasil, e que esses recursos teriam melhor retorno se fossem destinados à educação, em beneficio da cultura e do esporte.

A cultura e o esporte, no âmbito público, deveriam estar restritas aos ambientes em que é possível abranger o maior número possível de indivíduos, tendo como objetivo de longo prazo o desenvolvimento da nação. No cenário político administrativo que temos o melhor lugar para investir em cultura e esporte é no âmbito educacional. Portanto, cultura e esporte deveriam ser políticas públicas dentro da escola. Fora da escola a iniciativa privada poderia conduzir o processo. Além de aumentar e focalizar os recursos e de profissionalizar mais jovens nas diversas práticas esportivas e culturais, tal iniciativa possibilitaria o surgimento de um mercado competitivo voltado para essas áreas. Associações e empresas poderiam ser criadas para organizarem competições em diversas áreas, uma vez que já existiria um público ávido pelos esportes, que seriam os ex-alunos. Novos talentos, como músicos, cantores, compositores, atores, produtores, poetas e outros poderiam sair do ambiente escolar instigados a buscarem profissões na área cultural. Assim como no esporte, poderia ser fortalecido todo um mercado voltado para a cultura ou entretenimento.

Em três parágrafos, é possível observar que é preciso investir nas escolas e que esses investimentos, se bem planejados e bem executados, possibilitariam a ascensão de dois grandes mercados, possibilitando maiores e melhores resultados para o Brasil. Na atualidade, observa-se que os setores cultural e esportivo podem crescer muito no país. No esporte, deixamos de ser o país do futebol, pois muitos países se profissionalizaram enquanto o Brasil criou um monopólio comandado pela CBF, que é constantemente envolvida em escândalos de corrupção. Na música, o que se observa é a proliferação de musicas descartáveis, mesmo assim é um setor bastante diversificado no país. O teatro e o cinema estão restritos ao sudeste e/ou às capitais, mesmo assim não se comunicam com as massas, não existe diversidade que reflita a complexidade que é o Brasil. Por outro lado, a violência aumenta e os autores dos atos são cada vez mais jovens. Jovens que deveriam estar nas escolas estudando e aprendendo os feitos científicos da humanidade, praticando um esporte e aprendendo uma arte.

Investir na educação deixando de gastar dinheiro público com o que não produz resultado é investir no longo prazo, é investir em um futuro melhor para toda a nação. Hoje, a justificativa para a realização de shows com dinheiro público é que esses eventos são importantes para os vendedores ambulantes, para os hotéis, para as indústrias de bebidas e para o entretenimento da massa, acostumada ao famoso pão e circo, o que torna difícil introduzir este debate... Não existe relato de que após um show com dinheiro público os índices educacionais melhoraram. “Mas, os vendedores ambulantes não teriam trabalho!” Exclama alguém. Os vendedores ambulantes de hoje eram os alunos que deveriam ter recebido maior atenção no passado. Mas, o desenvolvimento com foco na educação não impediria que vendedores ambulantes continuassem com as suas atividades, pois os eventos esportivos e culturais poderiam aumentar e não diminuir, com a diferença de que o dinheiro público estaria sendo investido no início da cadeia produtiva, na educação dos profissionais que “agora” são remunerados pelo público consumidor dos serviços culturais e esportivos. O incentivo à educação poderia possibilitar ainda a motivação de pessoas interessadas em ingressarem nesta área. Muitos alunos poderiam ser professores ou empresários da educação. São apenas alguns exemplos, sem citar todas as demais áreas, que passariam a contar com profissionais mais qualificados.

Hoje, o mesmo individuo que reclama que não existe leito e médico no hospital é o mesmo que reclama se o prefeito ou o governador decidir não fazer o carnaval ou o show gospel, que agora também está na moda. Por falar em show gospel, volto à questão da abrangência de determinados serviços públicos com o exemplo deste tipo de evento. Como não é possível abranger todos os públicos com o show de um cantor sertanejo ou de uma banda de forró, uma vez que muitas pessoas não gostam destes estilos, muitos estão passando a cobrar shows públicos de acordo com os seus gostos, como shows evangélicos e/ou católico. Ou seja, ao invés do cidadão que reclama de problemas estruturais ou dos problemas na saúde pedir para que o dinheiro público não seja gasto com shows ele pede para que seja feito um show com o cantor da igreja dele. Com isso, o gasto do dinheiro público com esse tipo de evento tende a aumentar ao invés de diminuir. O caos nos demais serviços é visível.

Atente para o fato do texto não abordar outro problema que afeta os serviços públicos brasileiros, a corrupção, algo que demandaria mais alguns parágrafos. Mas, quanto à questão da correta aplicação dos recursos públicos, sempre chamo a atenção para o fato da sociedade não cobrar dos vereadores o cumprimento de suas funções. Este cargo deveria ser o mais importante cargo público brasileiro, uma vez que cabe a essas pessoas fiscalizarem a aplicação dos recursos públicos. Acontece que, como você pode observar em sua cidade, os vereadores são considerados assessores/ subsecretários dos prefeitos. Para que aja uma verdadeira fiscalização do poder executivo, por parte do poder legislativo, seria preciso que os vereadores atuassem com independência, ou seja, não deveria existir vereador de situação e nem de oposição. Leia mais sobre o tema neste link.

Olhando para a questão imediata da educação, um show com dinheiro público seria suficiente para climatizar algumas dezenas de salas de aula ou para ajudar na construção de quadras esportivas e/ou auditórios nas escolas, ou ainda para a construção de prédios mais modernos. Resta saber se os indivíduos estão prontos para este debate. Infelizmente, pelo que observo cotidianamente, é cada vez maior o número de pessoas desmotivadas com a política. Muitos, no sentido oposto, adotaram a prática de vender o voto, pois assim conseguem algo de concreto dos políticos.

Por fim, elenco alguns entendimentos necessários para a percepção dos problemas sociais e políticos que temos no Brasil. 1) Dinheiro público não é inesgotável; 2) É preciso eleger vereadores que cumpram com a sua função; 3) Independentemente de haver ou não show com dinheiro público é preciso investimento em esporte e cultura nas escolas; 4) Os jovens precisam entender o processo político e os problemas do sistema que temos; 5) Os jovens devem participar mais da política, inclusive como candidatos; 6) Se você não quer ser governado por políticos corruptos não venda o seu voto e busque fazer com que as eleições sejam menos corruptas; 7) Se o político ganha a eleição comprando votos ele não irá cumprir com todas as suas obrigações e promessas e permanecerá na vida pública por muitos anos, alguns estão há décadas; 8) Político corrupto é eleito por eleitor corrupto.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Considerações sobre o papel dos vereadores e o entendimento que o eleitor tem deste cargo


Por João Batista Passos

O currículo de quem pretende ocupar um cargo de vereador deveria ser alicerçado na capacidade técnica. Mas, nesta pré-campanha, observo mais uma vez a ascensão de pré-candidaturas alicerçadas no assistencialismo, no apadrinhamento, nas relações de amizade, nos laços familiares. Não vejo pré-candidaturas alicerçadas na capacidade técnica, na isenção que o cargo exige, algo que, se existisse, poderia fazer com que os recursos públicos fossem melhor aplicados. Pelo visto, após o resultado das eleições, em outubro, o eleitorado não poderá cobrar a solução de problemas, pois não escolherá os mais preparados tecnicamente...

Leia Também: Opinião: Algumas distorções que fazem com que o papel dos vereadores não seja levado a sério

Mas, não se assuste, teremos ótimos vereadores, pessoas que honram com a palavra, pessoas amigas. Mas, não teremos vereadores dando expediente diariamente, divulgando os valores que o município recebe mensalmente, acompanhando os processos licitatórios, acompanhando os contratos celebrados, vistoriando o andamento do serviço público... O povo escolherá os seus representantes no legislativo e, ironicamente, continuará gritando que não é representado, que vereador não serve para nada... Muitos continuarão acreditando que o mais importante é conseguir um patrocínio, ajuda para construir uma casa, para consertar uma motocicleta ou um carro, ajuda para pagar a conta de energia, a conta de água, ajuda para conseguir um emprego e etc...

Como sempre digo, os vereadores não têm culpa de não cumprirem com o seu papel, a maioria, inclusive, até acredita que está cumprindo bem o seu papel. O verdadeiro culpado pela má representação é o eleitor, que, infelizmente, não sabe votar e não sabe para que serve este tão importante cargo.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

A esperança que brota do lançamento do livro de um ex-aluno do IFMA de Mangabeiras

Lançamento do livro “Os Mistérios Querem ser Proclamados”.

Por João Batista Passos

O incentivo à leitura e à produção literária, bem como à pesquisa cientifica, é fundamental para que possamos ter avanços concretos no nível educacional brasileiro. Nessa terça-feira, dia 26 de janeiro, fiquei muito feliz em participar do lançamento do livro “Os Mistérios Querem ser Proclamados”, de Arildo Corsino, 19 anos, ex-aluno do ensino médio e técnico em agropecuária do IFMA Campus de São Raimundo das Mangabeiras. A publicação do livro contou com o apoio do Campus e de servidores do mesmo. A cerimônia de lançamento foi realizada na biblioteca do IFMA e contou com a presença de familiares e amigos do jovem escritor, além de professores, técnicos administrativos e alunos da instituição.

Fico esperançoso de que o lançamento do livro sirva de inspiração para o surgimento de outros escritores, tanto dentro quanto fora da instituição. Quanto ao conteúdo, na apresentação do livro, Arildo deixa claro que: “Este livro foi escrito em um momento de aflição e profunda solidão do autor”. Mas, o que seria da poesia se não fossem os momentos/sentimentos de tristeza, dor e de aflição dos que se arriscam no mundo das palavras?

O autor explica ainda o principal objetivo do livro, que é “fazer com que outros jovens que vivem distante da família, estudando fora de suas cidades, convivendo com pessoas desconhecidas e passando por dificuldades financeiras, possam saber que quando os mistérios da vida são proclamados, cabe a nós desafiá-los e, sobretudo, vencê-los”.

O prefácio do livro é assinado por Renato Ighor V. Aragão, promotor de justiça. “Lembro-me do dia em que esse jovem estudante veio a mim, falar dos seus problemas junto ao curso, das suas saudades da família, das enormes dificuldades financeiras que seus pais tinham em mantê-lo em outra cidade”, conta Renato no prefácio.

A obra é fruto do projeto Jovens Escritores, desenvolvido no campus e que tinha entre seus propósitos estimular os alunos participantes a revelarem seu talento enquanto escritores. “A partir dos encontros das oficinas de textos realizadas semanalmente, surgiu o trabalho produzido pelo autor desta obra”, explica a professora Áurea Maria ao contar, no próprio livro, “Um pouco da história deste livro”.

Por fim, reafirmo minha felicidade pelo trabalho publicado. Poder tocar e ler a produção literária de um jovem sendo concretizada me deixa convicto de que é possível fomentar a produção literária a partir de projetos nas escolas. Que esta iniciativa seja como uma semente plantada em terra fértil, em momento adequado, possibilitando o surgimento de outras publicações.

Parabéns ao Arildo Corsino e a todas as pessoas envolvidas no projeto literário.

João Batista Passos recebeu um exemplar do livro das mãos do autor.



segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Visita à Fazenda Janaúba, produtora de banana no sul do Maranhão


Neste domingo, 01, após viagem a São Domingos do Azeitão, acompanhando o Superintendente Felix Resplandes (VEJA AQUI), conheci a fazenda Janaúba, no município de Loreto. A Fazenda é de propriedade do empreendedor Wagner Araújo, que também é uma liderança política que desponta no município de Loreto. A fazenda produz banana em cerca de 20 hectares e abastece diversas cidades da região.

Na oportunidade, Wagner explicou toda a tecnologia envolvida no projeto, que conta com um sistema de irrigação automatizado. Parabéns ao Wagner e família pelo empreendimento, que gera muitos empregos diretos e indiretos, ajudando assim a economia da região e consequentemente do Maranhão e do Brasil.
Após evento em São Domingos do Azeitão (foto), fomos visitar a Fazenda Janaúba. Eu, minha esposa Patricia Ferreira, Felix Resplandes e sua esposa Marineide, Wagner com sua esposa Flávia e seus filhos Karoline e Rafael.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

João Batista Passos participa de mais uma reunião do Conselho Superior do IFMA


Foi realizada na segunda-feira, dia 26 de outubro, a 27ª Reunião Ordinária do Conselho Superior do IFMA (CONSUP). Faço parte do conselho como representante discente. Na pauta desta reunião, dentre outros pontos: Proposta de regulamento dos Critérios e Procedimentos para Avalição de Desempenho Docente - Promoção para a Classe E, Professor Titular; Alteração de Regime de Trabalho de servidores; e proposta de criação de cursos técnicos.

Veja nos links abaixo algumas noticias sobre a 27ª reunião do CONSUP:




O Conselho Superior é o órgão máximo do IFMA, conforme estabelece Estatuto, Regimento Geral e Regimento Interno. Possui caráter consultivo e deliberativo. Entre outras competências, cabe a ele aprovar as diretrizes para a atuação do Instituto e zelar pela execução de sua política educacional. O colegiado é composto por representantes dos segmentos discente, docente, técnico-administrativo, egressos, sociedade civil, diretores gerais e ainda pelo reitor e por um representante do Ministério da Educação (MEC), designado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC).

Saiba mais sobre o Conselho AQUI ou no site do IFMA: www.ifma.edu.br